Cinco Mitos Contraditórios Sobre A Idade Média

Este é um pequeno texto escrito pelo Rodolpho Loreto, do Terça Livre, onde ele, em poucas linhas, demonstra. por simples lógica e alguns fatos históricos comprovados sobre a Idade Média, que várias das alegações feitas a respeito deste período não passam de meros jargões sem fundamento algum.

Ele também deixa claro que tais mentiras e preconceitos a respeito da era medieval são motivados por uma mentalidade e um sentimento anticatólico que muitas pessoas, ignorantemente, carregam.


Apenas um ignorante ainda cai na propaganda anticatólica, que afirma ser a Igreja uma instituição cruel e perversa, que só pensa em luxo, riqueza e poder. Especialmente a respeito do período da Idade Média, a maioria das pessoas simplesmente ignoram fatos contraditórios com as versões propagadas pelos revolucionários desde o tempo da reforma protestante até hoje.

Vejamos alguns exemplos dessas contradições produzidas pela propaganda quando confrontadas com a realidade:

Se a Igreja é uma instituição controlar as massas, por que tanta preocupação em promover o direito natural, limitando o exercício do poder temporal a estes princípios? Afinal, seria muito mais fácil continuar o velho regime teocrático romano, onde o imperador era um deus e sua palavra valia como um decreto divino, independente do conteúdo e propósito.

Se a Igreja se preocupava apenas em enriquecer e acumular terras, por que preocupar-se tanto com as crianças carentes, deficientes, órfãs, viúvas, doentes graves e leprosos? Já era costume a prática do infanticídio, eutanásia de viúvos e deficientes. Por que não se preocupar em arrebanhar apenas com as camadas produtivas da sociedade?

Se a Igreja tinha interesse em controlar a opinião pública mediante os tribunais da Inquisição, por meio do terror e medo de ser condenado como “herege”, por que criar um TRIBUNAL CIVIL, onde os acusados tinham amplo direito de defesa, inclusive podendo apelar a um advogado GRATUITO, conforme há diversos registros na Espanha? Era muito mais cômodo manter o antigo regime acusatório de inquérito, evitando exposição com os magistrados e governantes locais, inclusive.

Se a Igreja convocou as cruzadas unicamente para expandir seus domínios pelo Oriente, por que não continuar a campanha pelo norte da África ao invés de parar em Jerusalém, uma vez que os exércitos mouros estavam visivelmente em frangalhos e a vitória era mais que certa?

Se o motivo das cruzadas era dominar terras para produzir riquezas, por que os cruzados saíram de suas terras férteis na Europa, empenhando riquezas e exércitos de reinos inteiros, para buscar um pedaço de areia infértil que sequer servia para fazer vidros? Será que foi por causa do petróleo?

Eu poderia passar dias citando incoerências históricas que provam que a Igreja Católica é uma instituição que tem como compromisso ser Luz para as pessoas se converterem e crerem no Evangelho. Qualquer coisa além disso é mentira do demônio, que a tempos só sabe roubar, matar e destruir.

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