Desmascarando o Gayzismo

O artigo abaixo é de autoria do Tercio Rodrigo, o confrade Diomedes Tidotto Verro, onde ele reúne algumas comuns alegações de movimentos LGBTs, ou gayzistas, junto com a respectiva refutação.

Lembrando que o artigo não é um ataque a nenhum tipo de indivíduo, tampouco critica condutas homossexuais, algo que não tem a menor relevância neste contexto, apenas revela que alguns dos clichês e jargões que este movimento esquerdista espalha não passam de mentiras ou distorções da realidade, inclusive contraditórias, mas que permanecem devido à espiral do silêncio.


O Gayzismo, como é chamada a militância esquerdista que se serve da homossexualidade para corromper a sociedade, assim como tudo o que deriva do socialismo (Marxista ou Gabiano), se suporta em mentira e distorção de fatos. Ainda que não com a mesma intensidade do Feminismo, já fincou raízes nas nossas mentes, de forma que, para muitos, suas inverdades são ensinadas como se normalidade fossem. Mas ainda não é impossível vê-las como são.

Os gays são discriminados, perseguidos e oprimidos. Nunca o foram mais ou menos do que qualquer outro ser humano. Governantes e representantes do estado homossexuais já se serviram do poder, para escravizar, molestar, estuprar e castrar, homens, mulheres e crianças, em vários locais e momentos da História. No exercício da maldade, não fizeram mais nem menos do que os héteros – embora no exercício da bondade, sua cota seja infinitamente inferior aos heterossexuais.

Gays são mais inteligentes. É complicado atribuir alguma característica a eles, posto que eles tem uma premissa delirante em relação a quem é homossexual ou não é. Pensem: são gays ou lésbicas, para eles, em igual medida, quem teve uma ou duas relações com o mesmo sexo ou quem teve a maioria absoluta delas. Mas é pior ainda: Mesmo os que se declaram héteros, são vistos como potenciais mentirosos por eles. Em seu devaneio, todo ser humano é gay ou lésbica até que se prove o contrário! Qualquer exemplificação deles de alguém como sendo seu representante, portanto, pode ser mera falsificação.

Ser homossexual tem tanto ou mais valor do que ser hétero. Se todos os homossexuais da Terra, parassem de fazer sexo, alguma coisa objetivamente importante aconteceria? Não, apenas uma opção que teria deixada de ser feita. Se todos os heterossexuais da Terra parassem de fazer sexo, alguma coisa objetivamente importante aconteceria? A raça humana seria EXTINTA. Não há como atribuir aos dois termos, o mesmo peso.

Recordo aos leitores que mesmo que, no delírio mais demente, todos nós fôssemos obrigados a ser íntimos do nosso mesmo sexo, e só nascêssemos por inseminação artificial, ainda seriam os elementos de UM HOMEM e de UMA MULHER os responsáveis pela concepção. Seria o sexo heterossexual indireto e assistido, mas ainda seria sexo heterossexual.

Querem ser aceitos por sua opção sexual. Mera exigência de privilégio. Quando eles se propõem a aceitar uma pessoa, mas terminam a rejeitando, por ser de uma religião que não aceita sua opção, eles acham isso a coisa mais normal do mundo. Se eles forem aceitos como pessoa, mas rejeitados em sua opção, isso é para eles, DISCRIMINAÇÃO. Querem, para si, o que rejeitam para os outros.

Os gays sofrem preconceito. Preconceito é opinião apartada da razão ou do exame da realidade seguido do intelecto. Muitas posturas contrárias ao homossexualismo são, na verdade, conceitos, coisa comparada e examinada. Gayzistas usam o termo “preconceito”, em clara distorção de seu real significado, apenas para rotular algo que dê a sua opção, valor negativo, justo ou injusto. Além disso, é absurdo conceber um desejo que não tenha, por equivalência, sua rejeição. O que, em nome do real e do justo, deve ser coibido, é apenas que esse desejo ou repugnância conduzam ao criminoso. Não chegando a esse nível, tanto o desejo quanto sua rejeição, tem ambos motivo de existirem.

Almejam que as crianças sejam ensinadas quanto ao sexo homossexual, para que “escolham livremente. As consequências derivadas são catastróficas e só invisíveis para os ignorantes e aos próprios gayzistas de má fé. O sexo heterossexual requer um mínimo de maturidade para seu pleno exercício – faz parte, portanto, quando bem exercício, do desenvolvimento humano. O homossexual, apenas requer uma busca por um tipo de prazer. Ora, ensinar o mesmo para crianças, num estágio da vida onde o dever não é firme em suas consciências, apenas o prazer, os faria serem inevitavelmente atraídos para a homossexualidade, em prejuízo de sua própria maturidade de caráter.
Em, se tomando por premissa que crianças tem direito a escolher que tipo de sexo podem exercer, o que passaria a impedir, que um homem ou mulher adultos, fossem íntimos de crianças? A “incapacidade” que resguarda os infantes da pedofilia deixaria de existir. Passariam, então, os pedófilos a se declararem injustiçados e a exigirem o direito de tomarem os pequenos como seus objetos de prazer. E nada os impediria de conquistarem tal horror.

Apenas a ignorância induzida pelo socialismo em que vivemos ou a absoluta má fé, a maldade, de quem sabe a que mal nos está conduzindo, pode fazer um cidadão defender tais bandeiras, a despeito de com que tipo de parceiros ele faz sexo. O Gayzismo participa desse mal ativamente, enquanto eu sei que é possível ser homossexual sem defender nenhuma das premissas dessa bandeira podre. Se não queremos ser cúmplices desse projeto, devemos desmascarar tais intenções onde estiverem e quando elas se revelarem. E estar preparado para as consequências inevitáveis pois, a Verdade, onde quer que ela se mostre, gera o Ódio.

Fonte

  • CARVALHO, Olavo de. O Imbecil Coletivo I –  Atualidades Inculturais Brasileiras. São Paulo: É Realizações, 1996.

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