Refugiados islâmicos e o enriquecimento cultural na Alemanha

Paul Joseph Watson comenta sobre os refugiados islâmicos e o "enriquecimento cultural" na Alemanha, algo que, na verdade, se resume numa explosão de estupros, roubos e outras agressões. Acesse aqui a descrição completa.


Descrição

Este é um vídeo onde o “editor at large” do Info Wars, Paul Joseph Watson, comenta sobre os refugiados islâmicos e o “enriquecimento cultural” na Alemanha, algo que, na verdade, se resume numa explosão de estupros, roubos e outros tipos de agressões.

Atendendo ao pedido do professor Olavo de Carvalho, os Tradutores de Direita traduziram ao português na íntegra este vídeo, onde Watson faz um resumo do resultado do acolhimento de milhões de refugiados, autorizados a entrar no país devido às políticas progressistas de Angela Merkel e outros capangas e cupinchas estatais.

Ele também mostra que a imposição de tais políticas vem com as justificativas mais estapafúrdias e com o descaso das chamadas autoridades alemãs diante dos verdadeiros crimes.

Estupros, atentados com bombas, ataques violentos com facas e machados, entre outros enormes “ganhos culturais”, estão na lista de tesouros adquiridos com a grande onda migratória no país. O “enriquecimento cultural” na Alemanha chega a ser tão grande que alguns políticos, como Stefanie von Berg, do Partido Verde, chegam a declarar que é algo bom que o povo alemão torne-se minoria em seu próprio país, e que os direitistas devem aceitar esse fato consumado para o seu próprio bem.

O politicamente correto, exposto no vídeo, faz com que o povo alemão veja suas próprias filhas sendo estupradas por imigrantes muçulmanos, com a conivência do governo e com encobrimento descarado da mídia do país. De outro lado, os cidadãos comuns, chocados com tamanha violência que inferniza suas vidas, não podem nem ao menos levantar bandeiras alemãs para não correr o risco ofender os refugiados.

A versão legendada em PT-BR do vídeo foi publicada no canal dos Tradutores, originalmente, no dia 11 de dezembro de 2016.

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