Professor de medicina recebe medalha Tiradentes por tratamento precoce

Professor de medicina da UFRJ recebe medalha Tiradentes, a maior honraria do estado do Rio de Janeiro, pelo seu esforço de salvar vidas com o tratamento precoce contra a Peste Chinesa.

Publicado em 3 de maio de 2022, às 12:15, por: Equipe Direita Realista.

O professor Edimilson Migowski recebe medalha Tiradentes por esforço em salvar vidas com o tratamento precoce contra o vírus chinês.

Segundo a fonte, Migowski é professor de medicina da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro, uma das mais bem conceituadas da América Latina. Alvo de “ataques inescrupulosos e sem argumentos” no passado, inclusive por parte de grandes veículos de mídia, o médico deu a “volta por cima” e foi agraciado com a honraria no dia 28 de abril na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro com a maior honraria do estado, a medalha Tiradentes.

Ainda de acordo com a fonte, Migowski tratou pessoalmente mais de 2 mil pacientes de Peste Chinesa usando como base a Nitazoxanida em tratamento precoce. Entre esses pacientes houve apenas dois óbitos, chegando assim a uma taxa de fatalidade de menos de 0,1% em uma doença que normalmente mata entre 1 e 2% dos infectados.

Por ser professor da UFRJ, o médico não cobrou pelos atendimentos. “Sou dedicação exclusiva, então não posso cobrar consulta. É trabalho voluntário. Todos foram atendidos de graça”, afirmou, complementando que “de todos aqueles que concluíram o medicamento, tomando desde o início, não houve óbito. Os dois óbitos foram observados em pessoas que pararam com a medicação por orientação do médico do pronto socorro. Isso no segundo para o terceiro dia de tratamento”.

No início da pandemia, a população de Volta Redonda foi orientada a buscar atendimento nos primeiros sintomas com os medicamentos pagos pela prefeitura. Migowski foi o principal responsável médico pelo programa. “Os pacientes assinavam o termo de consentimento livre e esclarecido da conduta off label.  Ali tratei 604 pacientes. Duas internações. Zero tubo, zero óbito, zero terapia intensiva”, afirmou.

Sabemos dos seus esforços ao longo dos últimos anos e temos certeza que nossa luta não é em vão”, afirmou João Migowski, seu filho e também médico.

No vídeo abaixo, da Jovem Pan, o Dr. Edimilson Migowski conta que mais de 6.000 vidas foram salvas pela medicação imediata:

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