Adolfo Sachsida – Imposto sobre grandes fortunas

Adolfo Sachsida disserta sobre o imposto sobre grandes fortunas, a menina dos olhos dos socialistas, mostrando que, além de ser um imposto imoral e eticamente inaceitável, é altamente ineficiente.

Publicado em 3 de junho de 2016, às 16:12, por: Equipe Direita Realista.

No capítulo 8 do seu livro “Tributação no Brasil : estudos, ideias e propostas : ICMS, seguridade social, carga tributária, impactos econômicos” o pós-doutor em ciências econômicas, Adolfo Sachsida, disserta sobre o tal imposto sobre grandes fortunas: herança e bens suntuários, a menina dos olhos dos socialistas, mostrando que, além de ser um imposto imoral e eticamente inaceitável, é altamente ineficiente.

Sachsida faz considerações econômicas, sociais e morais sobre impostos sobre grandes fortunas, ressaltando os problemas da estrutura tributária brasileira em relação a outros países, o economista acaba mostrando que tais impostos são péssimos do ponto de vista econômico, injustos do ponto de vista moral, e do ponto de vista social são absolutamente inúteis.

Em outras palavras, a “grande” jogada esquerdista para resolver problemas fiscais não passa de uma bobagem que não presta nem aumentar a arrecadação nem para redistribuição renda (problema fictício) e muito menos para combater a pobreza (problema real), além de gerar graves distorções no ambiente econômico, piorando as coisas.

Sachsida também fala sobre impostos sobre movimentação financeira, tais como a contribuição provisória sobre movimentação financeira (CPMF), que vigorou no Brasil entre 1997 e 2007, e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), mesmo com alíquotas baixas, mostrando que estes têm potencial de gerar perdas de bem-estar social. Isso ocorre porque, devido a seu caráter cumulativo, tais impostos punem severamente a produção de bens com longas cadeias de processos de produção. Tributos sobre movimentação financeira são uma péssima ideia do ponto de vista econômico, uma vez que distorcem muito as decisões econômicas, gerando assim uma grande perda de eficiência, que, em última instância, afeta negativamente a produtividade e o crescimento econômico de longo prazo.

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Autor: Adolfo Sachsida

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