Como a direita pode ocupar espaço na mídia

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Como a direita pode ocupar espaço na mídia

Em poucos minutos, Andrew Klavan explica como a direita pode ocupar espaço na mídia e porque é importante que isso seja feito.

O assunto foi abordado neste trecho do 17º episódio do programa The Conversation, do canal The Daily Wire, apresentado em conjunto com Elisha Krauss. Respondendo uma pergunta de um espectador,  Klavans mostra brevemente o que é necessário para os conservadores retomar a cultura, criando instituições e organismos capazes de viver sem depender do glamour dos meios dominados e, ao longo do tempo, capazes de fazer frente à hegemonia cultural esquerdista.

O clipe foi editado, traduzido e legendado em português brasileiro pelos Tradutores de Direita. O texto abaixo é de autoria deles, apresentando algumas adaptações nossas:

“A dominação gramcsiana é, principalmente, uma dominação na cultura. Em seu livro, “Em Defesa do Socialismo”, o ex-candidato a presidente, ex-Lula e atual réu em mais de 20 processos por corrupção, lavagem de dinheiro e crimes relacionados, Fernando Haddad, afirma que o Partido dos Trabalhadores já estava, na década de 90, dominando o cenário no que diz respeito à estratégia de dominação cultural.

Não são poucos os relatos de professores que, por amor ao debate, há mais de 50 anos, participaram de bancas de seleção em diversas universidades selecionando marxistas de quem discordavam para favorecer as diferenças de ideias. Ledo engano. Uma vez capaz de formar sozinhos as bancas, os novos ocupantes, que entraram por cota da diversidade ideológica, começavam a formar bancas sozinhos, isolando os antigos mestres a quem deviam o acesso ao magistério e contratando mais dos seus até a ocupação completa.

Na mídia houve um processo similar. O mesmo New York Times que publicou um editorial extremamente lúcido esclarecendo que o salário mínimo iria causar problemas seríssimos, especialmente para os mais pobres nos Estados Unidos, não publica mais matérias com estudos aprofundados de diversas questões agora. Claro que este exemplo não revela uma estrutura, mas de fato o dano foi estrutural. Pessoas como Olavo de Carvalho e os grandes mestres Alceu de Amoroso Lima e Nelson Rodrigues publicavam com frequência. Hoje, a coluna de João Pereira Coutinho parece uma esmola apenas para não sermos obrigados a ler Leandro Karnal explicar o que é o conservadorismo com base em algum artigo da Wikipedia. Dos jornalistas propriamente ditos nem se fala.

Nas novelas, no cinema, na música e na demais “belas artes” ocorreu o mesmo. Há um sistema que é montado para que as pessoas elogiem umas às outras, teçam loas à atuação de quem concorda com a patota e exclua quem não concorda. De Mel Gibson a Regina Duarte, discordar é um erro que se comete na carreira para nunca mais cometer novamente. A festa acaba. Em premiações como o Oscar, vale lembrar que um estuprador como Harvey Weinstein é homem e branco; só não vale lembrar que é, também, um democrata. Tudo é interno; tudo é partidarizado.”

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Adicionado em: 1 de fevereiro de 2019

Visualizações: 4

Duração: 02:30

Categorias: Curtos

Tags:

Canal: Tradutores de Direita

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