José Dirceu vai para a cadeia de novo

Nesta quinta-feira (16), o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) nega recurso e José Dirceu vai para a cadeia de novo, como ele mesmo vivia dizendo pros seus amigos. O petista vai para o xilindró junto com José Carlos Bumlai por corrupção e gestão fraudulenta. O cumprimento de pena foi determinado em 9 anos e 10 meses de prisão.

O recurso pedia prescrição da pena de 8 anos e 10 meses na segunda condenação dele na Lava Jato, mas os desembargadores não viram fundamento no pedido. Após a decisão unânime, foi solicitado “imediato ofício para início do cumprimento da pena ao juízo de primeiro grau”, em Curitiba, no Paraná.

Conforme a denúncia, foi constatado recebimento de propina em contrato superfaturado da Petrobras com a empresa Apolo Tubulars, fornecedora de tubos para a estatal, entre 2009 e 2012. Parte dos valores, que chegaram a R$ 7.147.425,70, foram repassados a Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, e ao grupo político que o sustentava, dirigido por Dirceu.

Para disfarçar o caminho do dinheiro, Dirceu e outro réu, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, teriam usado a empresa Credencial para receber valor de cerca de R$ 700 mil, tendo o restante sido usado em despesas com o uso de aeronaves em mais de 100 voos feitos pelo ex-ministro. O ex-ministro teria recebido aproximadamente R$ 2,1 milhões em propinas provenientes de contrato da estatal com a empresa.

No vídeo abaixo, Felipe Moura Brasil, Augusto Nunes e José Maria Trindade, do programa Os Pingos nos Is, debatem as decisões que levaram o ex-ministro petista e o pecuarista para a cadeia:

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