Director funerário britânico afirma que mortes pela Peste Chinesa foram largamente inflaccionadas

Director funerário britânico alega que as ‘mortes pela Peste Chinesa foram largamente inflaccionadas, e a vacinação em massa veio antes de um aumento explosivo no número de mortes’.

Publicado em 15 de novembro de 2021, às 09:00, por: Mats.

John O’Looney, director funerário britânico, alega que a vacinação em massa pode causar um aumento significativo na mortalidade que, por sua vez, pode levar a que os governos adoptem medidas mais restrictivas, tais como as adoptadas na Austrália e em outros lugares.

Segundo O’Lonney, as “mortes pela Peste Chinesa foram largamente inflaccionadas, e a vacinação em massa veio antes de um ‘aumento explosivo’ no número de mortes”.

“A larga maioria [das pessoas que recebeu as vacinas controversas] não irá sofrer consequência alguma, e estas pessoas tornar-se-ão nas grandes promotoras da vacina. Os 15 [porcento] que ficam doentes passam a ser pacientes e mortes Covid, e eles foram muito mas muitos claros em avisar que estas vacinas não eram 100% eficazes, certo?”

“É o chamado ‘método publicitário”, complementou O’Looney no programa de Stew Peters:

O’Looney também diz que observou de forma repetida como pessoas foram classificas como “morte por Covid” quando haviam morrido de causas naturais, cancro em fase terminal, ou mesmo atropeladas. Todas foram marcadas como “Morte por Covid”.

Ele afirma ainda que milhares de idosos do Reino Unido foram vítimas de eutanásia através do sedativo Midazolam, sendo posteriormente classificadas como “mortes por coronavírus”.

Mas ele diz também que a mortalidade de 2020 foi essencialmente a mesma, por vezes inferior, que a de anos anteriores. Ele diz, no entanto, que notou um aumento de mortes a partir duma certa altura, mas não foi em 2020, mas sim no início de 2021, quando se deu início à vacinação em massa.

Fonte e mais informações: National File.

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Basicamente o que este profissional afirma é o que vários outros profissionais já haviam alertado: nunca houve “pandemia” alguma se levarmos em conta que o que define uma pandemia é a mortalidade. e não o número de “casos”. O número de mortes de 2020, nos mais variados países do mundo, foi essencialmente o mesmo que em anos anteriores (chegando até a ser inferior), algo que nunca deveria ser possível num ano de pandemia.

O ano de 2020 revelou o poder da propaganda e da narrativa do medo. Pessoas inteligentes e educadas colocaram de lado a razão e os dados, e depositaram a sua fé no alarmismo que lhes era diariamente fornecido pelos governos através dos média.

Mas eventualmente as pessoas cansam-se de ter medo e começam a ver que foram enganadas. Esperemos que não seja tarde demais.

Abaixo, segue um vídeo aleatório do nosso canal:

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