Novo relatório indica que imunidade natural é a única imunidade

Relatório presente no Journal of the American Medical Association indica que anticorpos contra a proteína de espigão gerados após a infecção pela Peste Chinesa e recuperação persistem por tempo indeterminado nos não-vacinados.

Publicado em 7 de fevereiro de 2022, às 12:00, por: Mats.

Novo relatório presente no Journal of the American Medical Association é boa notícia para os não-vacinados que já tiveram a Peste Chinesa. Os anticorpos contra a proteína de espigão que são gerados após a infecção e recuperação aparentam persistir por tempo indeterminado nos não-vacinados.

Pessoas testadas 20 meses depois da infecção tinham níveis de anticorpos em média ligeiramente superiores ao nível encontrado nas pessoas recém infectadas.

A linha amarela presente no gráfico que se segue mostra que os indivíduos com imunidade natural parecem ter o mesmo nível de anticorpos independentemente de quando foram infectados. Por contraste, sabe-se que os anticorpos contra a proteína de espigão nas pessoas não-infectadas que haviam recebido uma das vacinas mRNA entram em declínio a um ritmo de 40% por mês:

Quase todos os recuperados não-vacinados tinham, também, anticorpos contra outra parte do vírus chinês, o nucleocápsido. As pessoas que haviam recebido uma das vacinas  em uso não tinham anticorpos contra o nucleocápsido.

O estudo disponibiliza evidências celulares que reforçam os dados epidemiológicos que demonstram que as pessoas que recuperaram de Peste Chinesa têm uma protecção mais robusta contra futuras infecções do que as pessoas vacinadas.

Fonte: Natural immunity for the win yet again.

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Segundo escritor Vox Day, uma das piores coisas em relação a estas injecções, para além das inúmeras reacções adversas, é que elas destroem a imunidade natural naqueles que já tiveram Peste Chinesa, mas que desnecessariamente se deixarem vacinar.

Isso seria também revelado ao ficarmos a saber que as pessoas que tiveram vírus chinês não precisam de nenhuma vacina, visto estarem na posse da melhor e única imunidade que existe: a natural. O facto das instâncias governamentais nem sequer colocarem a hipótese de não-injectar os recuperados pode indicar de que o que os move não é a ciência, mas o lucro e o poder.

Abaixo, segue um vídeo escolhido de forma aleatória de nosso canal:

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