Médica sul-sfricana pressionada para mentir sobre a Ômicron

Médica sul-africana que descobriu a Ômicron, Dra. Angelique Coetzee, alega ter sido ‘pressionada’ para descrever esta variante do vírus chinês como mais perigosa do que ela realmente era.

Publicado em 14 de fevereiro de 2022, às 10:52, por: Mats.

Com o número de casos em queda livre e a variante Ômicron (esperamos nós) em declínio, agora é uma boa altura para recordar algumas das previsões mais histéricas relativas à mais recente variante da gripe chinesa.

Porque a médica sul-africana que descobriu a variante Ômicron deu, hoje, uma entrevista ao jornal alemão “Welt” onde ela alega ter sido “pressionada” para descrever a variante como mais perigosa do que ela realmente era.

Em Novembro último a Dra. Angelique Coetzee foi uma das primeiras pessoas a reportar a existência da nova variante, afirmando na altura que, no seu país, a mesma causava sintomas “leves”. Mas ela afirma que foi-lhe dito por parte de cientistas e por pessoas envolvidas na vida política que a sua descrição estava errada – e ela faz referência específica à Grã-Bretanha como um dos países que tentou desencorajar os seus achados:

Eles tiveram uma reacção desproporcional em relação à gravidade do vírus. Quando nós tentamos alegar que, como consequência do número de mutações, a Omicron causava uma doença ligeira, todos disseram que isso não era verdade. As pessoas não queriam acreditar que era doença com sintomas leves.

Coetzee, revela que:

a “dada altura – visto estar cansada de tudo isto – disse: ‘Na África do Sul é uma doença ligeira mas na Europa é uma doença muito séria’. Isto era o que os vossos políticos queriam ouvir. (…) Houve imensa pressão por parte dos cientistas e políticos Europeus que chegaram a dizer ‘Por favor não diga que é uma doença ligeira’.

Aparentemente Coetzee tinha razão em relação a este tópico.

Fonte

Saiba mais: Doctor Who Discovered Omicron Variant Says She Was Pressured to Not Reveal it Was Mild.

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Do outro lado do mundo chega mais uma evidência de que certas pessoas vêem com bons olhos a promoção de pânico desnecessário. Mas quem tem estado mais atento à ciência – e não à propaganda – sabe que isso é assim desde o início.

Alguns argumentam que a Peste Chinesa é em si, devido à sua baixa letalidade, não se enquadra no que se pode chamar de “doença pandémica”, mas isso não impediu os governos e a propaganda mediática de agir como se na presença duma Peste “Espanhola” estivéssemos todos nós.

Abaixo, tem um vídeo (em italiano) sobre o caso:

Extra

Assista um vídeo de nosso canal escolhido de forma aleatória:

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