Dizer que o tratamento precoce contra a Peste Chinesa não funciona é mentira, segundo presidente do Conselho Federal de Medicina

Dizer que o tratamento precoce contra a Peste Chinesa não funciona é mentira, segundo presidente do Conselho Federal de Medicina. Também afirmou que médicos têm total liberdade para escolher o tratamento que quiserem.

Publicado em 25 de março de 2021, às 14:31.

Dizer que o tratamento precoce contra a Peste Chinesa não funciona é mentira, segundo presidente do Conselho Federal de Medicina, quem também afirmou que os médicos têm total liberdade para escolher o tratamento que quiserem.

Segundo a Revista Oeste, o presidente CFM, Mauro Ribeiro, disse que não é verdade a afirmação segundo a qual o tratamento precoce contra a covid-19 é ineficaz. “Infelizmente, certos assuntos foram proibidos. Essa história de que está estabelecido na literatura que o tratamento precoce não tem efeito na fase inicial é mentira”, declarou hoje (25), em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan.

“O CFM não incentiva o tratamento precoce ou o condena, tampouco bane”, afirmou. “Falar que a hidroxicloroquina e a ivermectina matam é falácia. Quem quer fazer o tratamento precoce, que faça. Quem não quiser, não faça”, disse o presidente do Conselho, que complementou afirmando que “há trabalhos que mostram os benefícios [dessas substâncias] na fase inicial, e outros, não. Essa é a realidade. Temos a relação dos trabalhos”.

Ainda de acordo com Ribeiro, há muitas dúvidas sobre o vírus chinês, o que é natural ao se falar de ciência, o que inclui o lockdown. Ele criticou, ainda, o documento da Associação Médica Brasileira contra a utilização de remédios no enfrentamento ao coronavírus. “Quem tem atribuição legal de modo a definir o que pode ou não ser utilizado é o CFM”, disparou, defendendo a autonomia dos profissionais de saúde: “Qual foi a nossa postura sobre o tratamento precoce? Deixar o médico definir o que é melhor para o paciente dele”.

E, como todos sabemos, quanto mais cedo for iniciado um tratamento, melhor.

A entrevista, na íntegra, segue abaixo:

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