Bebê de 1 ano e 8 meses morre vítima de abuso sexual pelo padrasto

Publicado em 9 de janeiro de 2020, às 13:24.

Carla Emanuele Miranda Correia, um bebê de apenas 1 ano e 8 meses, morre vítima de abuso sexual pelo padrasto. A criança faleceu na tarde desta quarta-feira (8), às 15h10. O caso aconteceu em Parauapebas, um município brasileiro do estado do Pará.

Os responsáveis pela morte da bebê são o padrasto Deyvid Renato Oliveira Brito, de 31 anos, que seria o autor das agressões e do estupro, e a mãe da vítima, Irislene da Silva Miranda, de 28 anos, que seria cúmplice. Ambos foram presos na quarta-feira (8).

Segundo a Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), os dois levaram o bebê ao Pronto Socorro municipal da cidade ontem (7), às 14h20. A criança chegou desmaiada e com quadro de parada cardíaca. Depois de 20 minutos de reanimação, a criança foi entubada e conduzida para ventilação mecânica, por conta do coma profundo.

A equipe médica multidisciplinar que acompanhava Carla atuava para conseguir a estabilidade do seu quadro de saúde, para então realizar a sua transferência para a UTI do Infantil do Hospital Regional de Marabá, mas não houve tempo.

Ainda de acordo com a nota, a prefeitura disse que prestou todo o atendimento possível ao bebê (aham), mas, em função do seu quadro gravíssimo, não foi possível salvar a vida de Carla.

O “caso isolado” de mais uma vítima do rodízio de padastros gerou perplexidade entre os moradores de Parauapebas e região.

Atualização: Bebê estuprada e espancada pelo padrasto em Parauapebas pode ter sido vítima de ritual satânico

Segundo O Liberal, vizinhos relataram que a vítima era ofertada em sessões de magia satânica conduzidas pelo padrasto com a participação da mãe. Nas sessões, a bebê era espancada e violentada sexualmente.

De acordo com a delegada Ana Carolina Carneiro de Abreu, titular da Deam de Parauapebas, na residência do casal foram encontrados vários artefatos, objetos, ossos humanos e altares que indicam a existência de práticas religiosas macabras. Ao longo da semana, novas testemunhas devem ser ouvidas a respeito do comportamento do casal com a criança e também das atividades religiosas dos acusados.

“Não descartamos essa possibilidade (da tortura e estupro do bebê terem ligação com práticas de rituais satânicos) e isso está sendo investigado. Mais vizinhos serão ouvidos nos próximos dias. Sabe-se, por enquanto, que a prática de ‘magia negra’ feita pelo casal era de conhecimento da vizinhança, sim. Na casa deles, foram encontrados diversos objetos, altares para santos. Então existe, realmente, essa possibilidade”, explicou a delegada Ana Carolina Abreu.

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