Novo estudo afirma que cientistas chineses criaram o vírus chinês em laboratório e, em seguida, tentaram cobrir seus rastros

Novo estudo afirma que cientistas chineses criaram o vírus chinês em laboratório chinês e, em seguida, tentaram cobrir seus rastros: ‘NÃO tem ancestral natural credível’.

Publicado em 31 de maio de 2021, às 12:05, por: Equipe Direita Realista.

Novo estudo afirma que cientistas chineses criaram o vírus chinês em laboratório chinês e, em seguida, tentaram cobrir seus rastros.

Segundo as informações explosivas trazidas pelo Daily Mail, o vírus da COVID-19 ‘NÃO tem ancestral natural credível’ e FOI criado por cientistas chineses que então tentaram cobrir seus rastros com “retroengenharia” para fazer parecer que surgiu naturalmente de morcegos.

Os autores do artigo, o professor britânico Angus Dalgleish e o cientista norueguês Dr. Birger Sørensen, afirmam que obtiveram “evidências prima facie de retroengenharia na China” por um ano, mas foram ignorados por acadêmicos e revistas importantes da área.

Dalgleish é professor de oncologia na St George’s University, em Londres, e é mais conhecido por sua descoberta ao criar a primeira “vacina contra o HIV”, para tratar pacientes diagnosticados e permitir que parem de tomar medicamentos por meses.

Sørensen, virologista, é presidente da empresa farmacêutica Immunor, que desenvolveu uma vacina candidata contra a Peste chinesa chamada Biovacc-19. Dalgleish é também acionista nesta empresa.

As chocantes alegações no estudo incluem acusações de “destruição deliberada, ocultação ou contaminação de dados” em laboratórios chineses, e observa o silenciamento e desaparecimento de cientistas que se manifestaram no país comunista.

Enquanto analisavam amostras do vírus chinês no ano passado na tentativa de criar uma vacina, Dalgleish e Sørensen descobriram “impressões digitais únicas” no vírus que, segundo eles, só poderiam ter surgido da manipulação em um laboratório. Estes cientistas afirmam ter tentado publicar suas descobertas, mas foram rejeitadas pelas principais revistas científicas que, na época, decidiram que o vírus passava naturalmente dos morcegos ou outros animais para os humanos. Até mesmo o ex-chefe do MI6, Sir Richard Dearlove, disse publicamente que a teoria dos cientistas deveria ser investigada, mas a ideia foi inconsequentemente descartada como “fake news”

O artigo deve fazer ondas entre a comunidade científica, já que a maioria dos especialistas tem até recentemente negado veementemente que as origens do vírus chinês não fossem artificiais.

Acima, temos cenas do Instituto de Virologia de Wuhan.

Só apenas mais de um ano depois, importantes acadêmicos, políticos e a mídia finalmente mudaram de ideia e começaram a contemplar a possibilidade do COVID-19 ter escapado do Instituto de Virologia de Wuhan na China – um laboratório onde experimentos incluíam a manipulação de vírus para aumentar sua infecciosidade a fim de, alegadamente, estudar seus efeitos potenciais em humanos.

Esta semana, até o Sleepy Joe, o sujeito que ocupa a cadeira da presidência americana no momento, ordenou que a comunidade de inteligência reexaminasse como o vírus se originou, incluindo a teoria do acidente de laboratório.

O anúncio ocorreu após a revelação de um relatório de inteligência que até então não havia sido divulgado foi feito à Casa Branca, alegando que vários pesquisadores do Wuhan Institute of Virology foram hospitalizados com doença em novembro de 2019. O documento foi descoberto esta semana pelo Wall Street Journal.

Autoridades de saúde americana também foram criticadas por supostamente financiar experimentos controversos e arriscados de pesquisadores no laboratório de Wuhan, inclusive o conhecido alarmista e estelionatário intelectual Dr. Fauci.

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