Exposição criminosa do MAM e a esquerda

Criança é estimulada a tocar em homem nu em performance no MAM. Performance fazia parte do evento de abertura da 35ª Mostra Panorama da Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

Publicado em 2 de outubro de 2017, às 11:39, por: Equipe Direita Realista.

Segundo a Gazeta do Povo, criança é estimulada a tocar em homem nu em performance no MAM. Performance fazia parte do evento de abertura da 35ª Mostra Panorama da Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

Começaram a circular nas redes sociais na noite desta quinta-feira vários vídeos mostrando uma menina tocando um homem nu, com o pênis à mostra, durante uma performance artística. O homem em questão é Wagner Schwartz, que fazia a performance no evento de abertura da 35ª Mostra Panorama da Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

O coreógrafo Schwartz estava apresentando La Bête, performance em que ele se “torna um Bicho de Lygia Clark e pode ser manipulado pelo público”, segundo descrição do site do museu.  “Schwartz manipula uma réplica de plástico de uma das esculturas da série Bichos (1960), de Lygia Clark. O objeto permite a articulação das diferentes partes do seu corpo através de suas dobradiças. O público será convidado a participar”, explica o site do próprio Schwartz.

O Museu de Arte Moderna de São Paulo se pronunciou ainda na noite desta quinta-feira sobre o vídeo. O MAM afirmou que “tem a prática de sinalizar aos visitantes qualquer tema sensível à restrição de público” e que “a sala estava devidamente sinalizada sobre o teor da apresentação, incluindo a nudez artística”. Segundo o Museu, “o trabalho não tem conteúdo erótico”.

O MAM também destacou que “a criança que aparece no vídeo estava acompanhada de sua mãe durante a abertura da exposição”.

Bahia

A mesma apresentação já havia ocorrido no Goethe-Institut Salvador, na Bahia, nos dias 19 e 20 de agosto, durante a 11ª edição do IC – Encontro Internacional de Artes. A classificação do evento era livre e a entrada majoritariamente gratuita.

Conforme o Goethe-Institut, as trocas, interações e livre trânsito compuseram o mote do evento, com escolhas voltadas “tanto ao prazer lúdico/infantil como às urgências do momento político”, em meio a uma convocação de participação direta do público. “Cada obra ou atividade da programação só acontece se houver conversa, toque, corpo-a-corpo”, explicou, na época, o curador Jorge Alencar, em entrevista ao instituto.

Abaixo, tem um vídeo escolhido de forma aleatória de nosso canal:

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