Memória de São Vicente de Paulo, Presbítero

Homilia Diária do Pe. Paulo Ricardo em memória de São Vicente de Paulo, presbítero que, a exemplo de Cristo, se fez pobre, despojado de todo apego terreno e livre para entregar-se plenamente a Deus e aos irmãos.

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Memória de São Vicente de Paulo, Presbítero

A Homilia Diária de número 650 do Padre Paulo Ricardo foi feita em memória de São Vicente de Paulo, presbítero que viveu no Século XVII que, a exemplo de Cristo, se fez pobre, despojado de todo apego terreno e livre para entregar-se plenamente a Deus e aos irmãos.

Todos reconhecem, sejam cristãos ou não, o valor e a importância de fazer o bem aos pobres e necessitados. Mas são poucas, mesmo dentro da Igreja, as pessoas que, como São Vicente de Paulo, se dispõem a ir além da simples solidariedade.

Assista esta homilia do Padre Paulo Ricardo para o dia 27 de setembro de 2017, e peçamos a S. Vicente de Paulo, cuja memória celebramos neste dia, que nos ajude a viver a pobreza evangélica, cada um em seu próprio estado de vida.

São Vicente de Paulo, Confessor (+ Paris, 1660)

Fundador da Congregação da Missão e, juntamente com Santa Luísa de Marillac, das Irmãs da Caridade, sua vida é tão movimentada e cheia de aventuras que faz lembrar uma obra de ficção.

Nasceu de uma família muito pobre em Landes, França; quando menino guardou porcos, e só pôde completar seus estudos porque auxiliado por um advogado caridoso, cujos filhos ajudou a educar ao mesmo tempo em que estudava. Ordenado sacerdote aos 19 anos, passou a dar aulas particulares para se manter.

Durante uma viagem marítima, caiu prisioneiro de piratas maometanos e foi conduzido à África, como escravo. Foi comprado por um médico árabe que lhe ensinou os segredos da medicina, e em troca São Vicente o converteu à Fé católica. Conseguindo retornar à França, empenhou-se na prática da caridade cristã, tanto espiritual quanto corporal, chegando a ter grande penetração na Corte. Foi capelão e conselheiro da rainha Margarida de Valois e prestou assistência ao rei Luís XIII moribundo. Fez parte do Conselho da Regência, durante a menoridade de Luís XIV, e exerceu grande influência sobre a rainha Ana d’Áustria.

Fortunas espantosas, provenientes de coletas entre a alta nobreza, passavam por suas mãos e eram por ele distribuídas aos necessitados de toda a França, sem em nada alterar sua pobreza e simplicidade. Aos próprios parentes, pobres e necessitados, nunca quis favorecer, confiando-os à Divina Providência. Recebeu um benefício eclesiástico muito rendoso, que lhe assegurava uma vida sem preocupações econômicas, mas renunciou a ele, por achar que não era conveniente para sua santificação.

Aproveitou a enorme influência política que desfrutava para conseguir a nomeação de Bispos virtuosos, dispostos a promover na França uma salutar reforma religiosa e a combater os erros do jansenismo, e incentivou a idéia de uma expedição armada contra a Inglaterra protestante que proibia, sob pena de morte, a atuação dos católicos em seu reino.

Morreu em 1660, cercado da consideração geral, e foi canonizado em 1737.

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Adicionado em: 27 de setembro de 2017

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Publicado por: Equipe Direita Realista

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