O que acontece quando o Google discorda de você?

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O que acontece quando o Google discorda de você?

O que acontece quando o Google discorda de você? O Google está aberto à variedade e diversidade de pontos de vista? Ou é uma câmara de eco ideológica? Basta perguntar ao ex-engenheiro de software do Google, James Damore, o sujeito que foi demitido por expressar seu desacordo com a ortodoxia esquerdista do politicamente correto. Neste vídeo da Prager University, James compartilha sua história.

Transcrição do vídeo

“Eu era um engenheiro software sênior no Google, até eles me demitirem por fazer algo imperdoável: algo tão polêmico que foi a notícia mais lida por dias.

Meu crime: Eu escrevi um documento, entre outras coisas, sugerindo que homens e mulheres, em geral, são diferentes. Como eu te disse, imperdoável.

O ponto de vista politicamente progressista, que é predominante no Google e na grande mídia, é que todas as diferenças na sociedade devem-se a injustiças. Ou, no caso, que a diferença de gêneros na tecnologia é fruto de sexismo.

Mas, isso é verdade? A resposta politicamente correta é: SIM. E o Google age desta forma, contratam e promovem mulheres e homens diferentemente, realiza eventos apenas para mulheres, dá treinamento obrigatório de como combater supostos viés sexistas.

É claro, tudo isso faria sentido se o sexismo fosse o único motivo da desigualdade.

E se homens e mulheres não forem exatamente iguais? Então, sexismo é apenas uma de várias possibilidades da desigualdade e programas de exclusão e tratamento diferencial podem ser uma forma prejudicial de sexismo.

Essas práticas, na verdade, aumentam as tensões e fazem com que uns sintam que o Google se importa
mais com seus gêneros do que com suas habilidades de programação.

Como engenheiro, quando me deparo com um problema, quero resolvê-lo. Então, decidi pesquisar a premissa de que homens e mulheres são exatamente iguais. Anotei minhas conclusões num documento de 10 páginas chamado ‘A Câmara de Eco Ideológica do Google’.  Você pode ler, está online.

O que eu descobri? Que nem toda a diferença entre sexos são resultados de sexismo. Que talvez isto pode ser fruto de homens e mulheres terem diferentes objetivos para suas carreiras e vidas.

Para citar apenas dois exemplos: O estudo ‘Mulheres, Carreiras e Preferências de Trabalho-Vida’, publicado por um jornal britânico de orientação e aconselhamento, concluiu que mulheres, em várias populações, tendem a equilibrar o trabalho e vida pessoal, enquanto homens procuram mais status. E, de acordo com um estudo do psicólogo de Cal State Fullerton, Richard Lippa, homens, em média, tem mais interesse em coisas, enquanto mulheres tendem a serem mais interessadas em pessoas.

Essas descobertas foram repetidas muitas vezes. Na verdade, foram citadas por outros pesquisadores como causas da diferença de gênero na tecnologia. Em outras palavras, eu não inventei nada disto. Aliás, depois que o meu documento foi atacado o psicólogo evolucionista Geoffrey Miller disse: ‘suas afirmações empíricas são cientificamente precisas.’

Mas o Google discordou. Digo… Realmente discordou.

Primeiro, a nova vice-presidente de Diversidade, Integridade e Administração da companhia, Danielle Brown postou um memorando dizendo que o meu relatório ‘promoveu suposições incorretas sobre gênero.’ O CEO do Google, Sundar Pichai, enviou um memorando para todos os funcionários dizendo que eu passei dos limites promovendo perigosos estereótipos sexistas.’ Isso, acrescentou, ‘não foi legal.’ Então, ele me demitiu.

Neste ponto, para minha surpresa, meu documento viralizou. A grande mídia taxou-o como um ‘manifesto antidiversidade.’ Mas, se eles lerem o que foi escrito, veriam que era pró-diversidade.’ Sugeria várias maneiras para se ter mais mulheres na tecnologia sem recorrer à discriminação contraprodutiva.

Irônico, não é? A empresa que contrata as pessoas mais inteligentes do mundo, não pôde lidar com uma discussão científica bem fundamentada.

Mas minha demissão é irrelevante, se comparada a um problema maior. O Google submeterá os seus usuários ao politicamente correto, como ele impõe aos seus funcionários?

A evidência é perturbadora: o Google já manipula seus produtos de acordo com tal ponto de vista. Só um exemplo: YouTube, plataforma de vídeo do Google, restringe acesso à dezenas de vídeos da Prager, assim como vídeos feitos por outros influenciadores moderados e conservadores.

Sim, o Google é uma empresa e pode definir suas próprias políticas. Mas para bilhões de usuários, o Google é a fonte principal de informação a lente pela qual eles veem o mundo.

Isso faz o Google, de certa forma, mais poderoso que o governo. Ou seja, o Google tem que ter compromisso para, simplesmente, seguir o próprio lema: ‘não seja mau’.”

Saiba mais

Adicionado em: 7 de dezembro de 2017

Visualizações: 25

Duração: 04:46

Categorias: Curtos

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Canal: Prager University

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