Seguradora recusa-se a pagar por morte causada pela vacina

Seguradora recusa-se a pagar por morte causada pela vacina justificando a recusa afirmando que o uso de medicação ou tratamento experimental encontram-se expressamente excluídas do contrato de tal firma.

Publicado em 26 de fevereiro de 2022, às 08:38, por: Mats.

Um caso explosivo está a ser vigorosamente debatido nas redes sociais: na França, está a ser afirmado que um entrepeneur rico e mais adiantado na idade teria morrido como consequência da injecção corona.

Segundo a fonte, antes de morrer, ele havia feito um seguro multi-milionário que beneficiava os filhos e os netos.

Embora a vacinação tivesse sido reconhecida como a causa de morte por parte dos médicos e por parte da seguradora, esta última recusa-se a pagar. O motivo alegado é o de que os efeitos secundários das injecções contra o vírus chinês são sobejamente conhecidos e publicados. A seguradora afirma que ele tomou parte numa experiência, assumindo responsabilidade por todos os riscos. A gripe chinesa não é classificada como “doença crítica”.

A companhia de seguro justificou a sua recusa afirmando que o uso de medicação ou tratamento experimental, incluindo tais injeções, encontram-se expressamente excluídas do contrato da seguradora. O processo legal subsequente levado a cabo pelos membros da família foi infrutífero.

Veja também: França limita uso da vacina Janssen por aumento do risco de infarto.

No vídeo abaixo, o Peter Turguniev, do canal ANCAP.SU (via Opinion Free Market), passa a notícia e a comenta:

Vídeo extra

Abaixo, temos a leitura do texto “Só homens frouxos ficam ofendidos” (Real Men Don’t Get Offended”, escrito por Steven Crowder e traduzido pela equipe Direita Realista. Foi escolhido de forma aleatória pra colocar aqui:

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