Batalha judicial em torno das arbitrariedades ditatoriais de Kalil

A batalha judicial em torno das arbitrariedades de Kalil ganhou mais um capítulo quando uma desembargadora suspendeu a decisão de um juiz que permitiu o consumo de bebida alcoólica nos locais de venda da capital mineira.

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Batalha judicial em torno das arbitrariedades ditatoriais de Kalil

A batalha judicial em torno das arbitrariedades de Alexandre Kalil, o ditadorzinho ridículo de Belo Horizonte, ganhou mais um capítulo quando uma desembargadora qualquer suspendeu a decisão acertada de um juiz de primeira instância que permitiu o consumo de bebida alcoólica nos locais de venda da capital mineira.

O fechador de Belo Horizonte e responsável pela destruição de boa parte da economia da cidade havia lançado um decreto sem pé nem cabeça praticamente instituindo a lei seca no município do qual ele se julga dono.

A justificativa da “justiça” são aqueles mesmos chavões vazios embasados pelo wishful thinking que a gente já cansou de escutar em qualquer novela. Enquanto isso, quem não depende de dinheiro tirado dos outros via impostos é quem sofre.

O pior é que o mercado de bares e restaurantes é uma parcela significativa da economia de uma cidade que é conhecida como a capital dos barzinhos, mas isso deve importar pra quem trabalha pra sobreviver.

Enfim, quem trouxe a notícia foi o Marcelo na edição de ontem (14 de dezembro de 2020) do programa Os Pingos nos Is, da Jovem Pan, com comentários de José Maria Trindade. Trindade mostrou as incoerências do decreto do Kalixo Kalil e fez outras considerações interessantes.

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Adicionado em: 15 de dezembro de 2020

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