Padre Paulo Ricardo – Memória de Santa Catarina de Alexandria

Homilia do Pe. Paulo Ricardo em memória de Santa Catarina de Alexandria, uma jovem do século IV educada num dos maiores centros culturais do mundo antigo, convertida do paganismo à fé cristã após uma aparição milagrosa do Menino Jesus. Clique aqui para a descrição completa.


Descrição

A Homilia Diária de número 1326 do Padre Paulo Ricardo foi feita em memória de Santa Catarina de Alexandria, uma jovem do século IV educada num dos maiores centros culturais do mundo antigo, convertida do paganismo à fé cristã após uma aparição milagrosa do Menino Jesus.

Catarina usou de seu talante retórico e todos os seus outros dons intelectuais para difundir a doutrina católica, atraindo com isso a fúria da corte imperial. Catarina não abjurou à fé, diante do governador do Egito e Síria, Maximino, mas convenceu os dignitários a se converterem. Maximino mandou matá-los e pediu a jovem em casamento. Ao se recusar, foi condenada à morte pela roda dentada, a santa virgem concluiu sua breve vida na terra em 305, com um testemunho de sangue que lhe valeu a vida sem término no céu.

Assista à homilia do Padre Paulo Ricardo feita originalmente para o dia 25 de novembro de 2019, mas perfeitamente válida para hoje, e conheça um pouco mais sobre a história de Santa Catarina de Alexandria.

Santa Catarina de Alexandria, Virgem e Mártir (+ Egito, 305)

É sem dúvida uma das santas mais populares da História da Igreja, universalmente venerada.

De acordo com um relato muito antigo de sua vida, era uma jovem de grande beleza e tinha recebido de Deus o dom da sabedoria. Conduzida diante do imperador por ser cristã, censurou-o corajosamente por perseguir a Religião verdadeira, fez a apologia do Cristianismo e demonstrou a falsidade dos cultos idolátricos. Não conseguindo discutir com ela, o imperador convocou os cinqüenta filósofos mais cultos do Egito para que refutassem os argumentos da jovem, mas eles também não o conseguiram e, ao final do debate se declararam cristãos. O imperador, encolerizado, condenou à morte os cinqüenta sábios e sua mestra, a qual teve o corpo dilacerado por rodas com lâminas cortantes.

Seus restos mortais descansam em Gebel Katherin, no Sinai.

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