Roberto Campos no Roda Viva (1997)

Entrevista cedida pelo economista e então deputado federal Roberto Campos ao Roda Viva em 1997, muito antes deste programa ter se tornado a porcaria que viria se tornar recentemente. Clique aqui para a descrição completa.


Descrição

Esta é a entrevista cedida pelo economista e então deputado federal Roberto Campos (Cuiabá, 17 de abril de 1917 – Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2001) ao Roda Viva, da TV Cultura, em 1997,  muito antes deste programa ter se tornado a porcaria que viria se tornar recentemente.

Roberto Campos foi um defensor ferrenho do livre mercado, da redução do tamanho do estado e da privatização. Ex-seminarista, ex-diplomata, político e um dos economistas e intelectuais brasileiros mais influentes, ele é o principal representante do pensamento liberal clássico no país.

Campos começou a participar da vida econômica brasileira no segundo governo de Getúlio Vargas, quando criou o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico. Mais tarde, lançou as bases do Programa de Metas do governo de Juscelino Kubitschek.

Nos anos 60, Roberto Campos se tornou ainda mais conhecido por sua atuação junto aos governos militares. Ministro do Planejamento de Castelo Branco, dividiu com Otávio Gouveia de Bulhões a autoria do plano de ação para o controle da inflação. No governo do general Ernesto Geisel, foi nomeado embaixador na Inglaterra. Em 1983, ao lado de João Batista Figueiredo, o último general presidente, subiu no palanque para se eleger senador pelo Mato Grosso.

O economista também apoiou o breve governo de Fernando Collor de Mello, mas, já como deputado federal pelo Rio de Janeiro, acabou votando a favor do impeachment do presidente. Passou a exercer o segundo mandato na Câmera Federal como representante do PPB, partido do ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf.

Participaram da bancada de entrevistadores o jornalista Augusto Nunes, então vice-presidente de comunicação do Banco de Boston; o economista Maílson da Nóbrega, ex-ministro da fazenda; Eleonora de Lucena, secretária de redação da Folha de S.Paulo; o economista Gilberto Dupas do Instituto de Estudos Avançados da USP, do Conselho Diretor da Fundação Getúlio Vargas; Marco Aurélio Garcia, professor do Departamento de História da Unicamp e diretor do Departamento de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores; e o jornalista Miguel Jorge, vice-presidente da Volkswagen do Brasil.

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